domingo, 26 de abril de 2020

TURMA 602 - GEOGRAFIA


 ULTIMA ATIVIDADE DO CRONOGRAMA 


VÌDEOS SOBRE LUGAR, ESPAÇO E PAISAGEM:


ATIVIDADE:


Após assistir os vídeos  sobre desigualdade social em tempos de COVID-19 responda:

1. COMO VOCÊ PODE RELACIONAR LUGAR, ESPAÇO, PAISAGEM COM O COVID-19?ESCREVA A SUA RESPOSTA RELACIONANDO OS VÍDEOS E O CONTEÚDO DE GEOGRAFIA.


TURMA 601 - última atividade do cronograma


A primeira unidade do livro de história possui textos sobre Introdução à história, em específico "fontes históricas". Segue como ajuda uma proposta de vídeo. Boa atividade à todos!

Vídeo sobre fontes históricas:

Leia a fonte documental abaixo, e responda as perguntas. 


SOCIEDADE BRASIELIRA DE PEDIATRIA
DEPARTAMENTO CIENTÍFICO
NOVO CORONAVÍRUS (COVID-19)
14/02/2020 às 15h29
O ano de 2020 iniciou-se com a notícia do aparecimento de um novo coronavirus zoonótico, que cruzou espécies para infectar populações humanas. Esse vírus, chamado provisoriamente de 2019-nCoV, foi identificado pela primeira vez em Wuhan, na província de Hubei, China, em pessoas expostas em um mercado de frutos do mar e de animais vivos. A exemplo dos surtos causados por dois outros coronavírus respiratórios humanos que surgiram nas últimas duas décadas (SARS-CoV, MERS-CoV), o novo coronavirus  COVID-19 causa doença respiratória potencialmente grave em alguns indivíduos1,2. Após o relato pelas autoridades sanitárias da China de milhares de casos confirmados e centenas de mortes atribuídas ao novo coronavírus COVID-19, assim como detecção de casos em diversos países, acometendo principalmente adultos acima de 60 anos e portadores de co-morbidades, a Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou, em 30 de janeiro de 2020, o surto como sendo uma Emergência de Saúde Pública de Importância Internacional (ESPII).

PERGUNTAS:
1.       QUAL O FATO, O OBJETO DE ESTUDO, DESCRITO NO DOCUMENTO?
3.      QUAIS AS FONTES SÃO UTILIZADAS PARA COMPROVAR O FATO QUE TRATA O DOCUMENTO? E QUAIS FONTES VOCÊ PODERIA CITAR ALÉM DESTAS PRESENTES NO DOCUMENTO?
4.       ONDE FOI REALIZADA A PUBLICAÇÃO DO DOCUMENTO?
5.       ELABORE UMA LINHA DO TEMPO COM AS DATAS, LUGARES, EPIDEMIAS QUE TRATA ESTE DOCUMENTO.

BONS ESTUDOS!!




IMPORTANTE!!! PAIS, RESPONSÁVEIS E ESTUDANTES!!!!

A PARTIR DA SEMANA DO DIA 04 DE MAIO À 08 DE MAIO ESTAREI COLOCANDO AS PRESENÇAS NO DIÁRIO DE CLASSE, ESTAS DEVERÃO SER FEITAS APÓS A ENTREGA DE TODAS AS  ATIVIDADES (ENVIO DE IMAGENS DOS TRABALHOS E JUNTAMENTE  DO ESTUDANTE REALIZANDO A  ATIVIDADE) PELO WHATSAPP PARA O PROFESSOR. Coloquem os dados com o nome e turma. PRAZO 04 DE MAIO para entrega.


CRONOGRAMA FINAL 26 À 30 DE ABRIL DE 2020

* ESTA SEMANA 26-30 - últimas atividades do mês de abril; CRONOGRAMA FINALIZADO;
*   04 DE MAIO PRAZO FINAL DE ENTREGA DE TRABALHOS DE HISTÓRIA;
*   LISTA DOS ESTUDANTES QUE ESTÃO COM AS ATIVIDADES OK.
*   CRONOGRAMA NOVO, E NOVAS POSTAGENS DE ATIVIDADES;

QUALQUER DÚVIDA PODEM CONVERSAR PELO WHATSAPP. 

* ESTA SEMANA OS PROFESSORES TAMBÉM ESTARÃO REALIZANDO CURSO OBRIGATÓRIO NA PLATAFORMA DA SEDUC, E FAZENDO CONTRIBUIÇÕES AO REFERENCIAL CURRICULAR GAÚCHO NA MESMA; MAS ESTAREMOS COM O CELULAR NA MÃO PARA TIRAR QUALQUER DÚVIDA;



* GOSTARIA DE CONTAR COM A CONTRIBUIÇÃO POR PARTE DOS PAIS, RESPONSÁVEIS, ESTUDANTES, SOBRE O ANDAMENTO DAS ATIVIDADES, E IDEIAS QUE PODERIAM MELHORÁ-LAS, SERÃO TODAS BEM-VINDAS.  DESTA FORMA, POSSO MELHORAR MEU TRABALHO DE EDUCADORA FRENTE AO CONTEXTO DE COVID-19, POIS NOS PEGOU DE SURPRESA, E AINDA ESTAMOS TODOS NOS ADAPTANDO. GRATA!


UMA BOA SEMANA PARA TODOS NÓS!

Perguntas para TURMAS 701 - 801 - 901 responderem com base nos textos e vídeos anteriores


Estas perguntas são para responder com base nos textos e vídeos enviados nas aulas anteriores, elas pedem para relacionar covid-19 , epidemias e pandemias ao longo da história, com a ciência, com a sociedade daquelas épocas. Não esqueça de pesquisar nos livros de história. Uma das habilidades da história é a pesquisa. Procure se indagar como eram aquelas sociedades, como era organizada sua economia, quais os problemas enfrentados por aquelas pessoas naquele período histórico? Não esqueçam que o presente é fruto de um passado. E que podemos relacionar passado, presente e futuro. Vamos exercitar história, então?!!


Atividades    9 ° ano
1 - Da realidade que vivemos, o que podemos identificar como semelhante ao texto, vídeos que você pôde ler e assistir até o momento? (Gripe espanhola/SARS, etc)
2 - Quais foram as aprendizagens que a sociedade posteriormente tirou das vivências das epidemias e pandemias ao longo da história? (gripe espanhola –Brasil/mundo)
3 - O que foi realizado para se defender das epidemias e pandemias no passado?
4 - Quais as maiores dificuldades que podem ser citadas que prejudicaram aquelas sociedades no enfrentamento das epidemias.
5 - Qual o papel da ciência frente as epidemias e pandemias históricas?
6 - Quais as epidemias, e quais as pandemias que apareceram no material? construa uma linha do tempo.

Atividades   °8 ano
1 - Quais as inovações e descobertas do tempo do iluminismo que propiciaram avanços a ciência que hj percebemos no combate ao covid-19.
2 - Qual é o papel da razão iluminista na pesquisa científica?

Atividades  7° ano
1 - Qual o papel das epidemias e pandemias nas crises das sociedades gregas e romanas. Leia os textos anteriores e tente relacionar na sua resposta.  
2 - Quais foram as medidas para proteger a vida das populações daquela época?
3 - Qual o papel da ciência, como ela pode ajudar naqueles tempos?
4 - qual foram as epidemias que apareceram no material(textos)? construa uma linha do tempo com o nome delas, o período e o local onde apareceram?




segunda-feira, 13 de abril de 2020

Turma 601 - Linha do tempo? o que é? para que serve?



Linha do tempo


Linha do tempo consiste geralmente num desenho gráfico que mostra uma barra longa com a legenda de datas junto da barra do uso do tempo que (normalmente) indica os eventos junto dos pontos onde eles aconteceram .

Utilizações de linha do tempo

As linhas do tempo são normalmente utilizadas na educação para ajudar estudantes e investigadores a compreender os eventos e estabelecer relações dos eventos num determinado assunto. Estas normalmente mostram os períodos do tempo entre dois eventos.

História

Linhas do tempo são particularmente úteis para estudar história, pois dão uma ideia das mudanças que ocorreram nesse tempo. As guerras e movimentos sociais são mostradas como linhas do tempo. Estas são úteis para as biografias. Exemplos incluem:

Ciências naturais

As linhas do tempo também são usados ​​no mundo natural e ciências, para temas como astronomiabiologia e geologia:












FONTE:

TURMA 801 - semana 13/04 a 17/04

Olá, gostaria muito que a turma finalizasse as atividades, e o quanto antes, enviassem as suas pesquisas pelo whatsapp. Pois, a partir delas, relacionaremos os avanços da ciência, a partir do período Iluminista, ao controle de epidemias e outras doenças contagiosas. Além de seguirmos o cronograma já publicizado.

Aguardarei as atividades no whatsapp, 

   Bom trabalho!









Para relembrar:
Atividade anterior:

1. Defina como você entendeu o movimento iluminista e seu contexto.
2. Indique ideias iluministas presentes até os dias de hoje.
3. Construa um quadro com características do Antigo Regime, e outro quadro, com as ideias iluministas.
4. Na página 16 do teu livro didático: "O Iluminismo na Ciência" leia e posteriormente escreva  3 invenções daquele período.
5. Na sua interpretação porque a enciclopédia foi um marco importantíssimo daquele período. Para te ajudar com a questão: Por que é importante hoje a wikpédia? Qual impacto tem ela para as nossas atividades? Ela facilita? De onde ela surgiu? Pense, reflita e responda com tuas próprias palavras, e óbvio pode pesquisar a vontade, inclusive na wikpédia! 

Turma 701 Epidemias do Período ROMANO


ATIVIDADE: Nesta semana, gostaria que lêssem este trecho do artigo científico  "Epidemias na história". 
Até o fim da semana irei pedir questões, em que o desafio será relacionar, contextualizar estas epidemias, com a covid-19. 
                                         
                                           Boa Leitura!!

AS GRANDES EPIDEMIAS DA HISTÓRIA
O texto deste artigo foi publicado em 2009  no livro "À sombra do plátano" pela Editora UNIFESP. História da Medicina


        Em virtude das condições sanitárias das cidades e do desconhecimento da etiologia das doenças infecciosas, grandes epidemias assolaram as Nações no passado, dizimando suas populações, limitando o crescimento demográfico, e mudando, muitas vezes, o curso da história.
        Tais epidemias foram genericamente rotuladas de peste, embora muitas delas não tenham sido causadas pelo bacilo da peste (Yersinia pestis) e fossem, provavelmente, epidemias de varíola, tifo exantemático, cólera, malária ou febre tifóide.
        Possivelmente a primeira notícia sobre a peste bubônica seja a narrativa que se encontra na Bíblia sobre a praga que acometeu os filisteus. Estes tomaram dos hebreus a arca do Senhor e foram castigados. "A mão do Senhor veio contra aquela cidade, com uma grande vexação; pois feriu aos homens daquela cidade, desde o pequeno até ao grande e tinham hemorróidas nas partes secretas" (Samuel 1:6.9). Decidiram, então, devolver a arca, com a oferta de 5 ratos de ouro e 5 hemorróidas de ouro. "Fazei, pois, umas imagens das vossas hemorróidas e as imagens dos vossos ratos, que andam destruindo a terra, e dai glória ao Deus de Israel" (Samuel 1:6.5). E os hebreus também foram vitimados pela peste após receberem a arca de volta. "E feriu o Senhor os homens de Bete-Semes, porquanto olharam para dentro da arca do Senhor, até ferir do povo cinqüenta mil e setenta homens; então o povo se entristeceu, porquanto o Senhor fizera grande estrago entre o povo (Samuel 1:6.19).1

       É digno de nota o fato de que os povos daquela época já haviam estabelecido ligação entre os ratos e a peste; do contrário, a oferta de expiação não seria constituída de hemorróidas (bubões) e de ratos. Aliás, esta ligação já havia sido referida em textos antigos da medicina hindu (Susruta, 1000 d.C.) 2
       A palavra Epholim do texto original hebraico tem o sentido de inchação, tumefação, e poderia referir-se a gânglios enfartados (bubões na região inguinal) e não a uma afecção benigna como as hemorróidas. Os gânglios inflamados ou bubões, que caracterizam a peste é que lhe valeram o nome de peste bubônica.3
        Em edições mais recentes da Bíblia, os seus organizadores tiveram o bom senso de trocar "hemorróidas" por "tumores" (A Bíblia Sangrada. Trad. de João Ferreira de Almeida, 4a. edição, revista e atualizada no Brasil. Milwaukee, Spanish Publications, Inc., 1993, p. 302-3).4
        As maiores epidemias registradas pelos historiadores foram a peste de Atenas, a peste de Siracusa, a peste Antonina, a peste do século III, a peste Justiniana e a Peste Negra do século XIV. No interregno entre as citadas epidemias, outras de menor vulto foram registradas. 

        Peste de Atenas

        A peste de Atenas ocorreu em 428 a.C. e foi narrada por Tucídides, em seu livro "A guerra do Peloponeso". O relato que deixou da epidemia é tão rico de informações que merece ser conhecido no texto original. Vejamos algumas passagens:5
       [...] "No começo do verão, os peloponesos e seus aliados invadiram o território da Ática. Firmaram seu campo e dominaram o país. Poucos dias depois, sobreveio aos atenienses uma terrível epidemia, a qual atacou primeiro a cidade de Lemos e outros lugares. Jamais se vira em parte alguma açoite semelhante e vítimas tão numerosas; os médicos nada podiam fazer, pois de princípio desconheciam a natureza da enfermidade e além disso foram os primeiros a ter contato com os doentes e morreram em primeiro lugar. A ciência humana mostrou-se incapaz; em vão se elevavam orações nos templos e se dirigiam preces aos oráculos. Finalmente, tudo foi renunciado ante a força da epidemia.
        [...] Em geral, o indivíduo no gozo de perfeita saúde via-se subitamente presa dos seguintes sintomas: sentia em primeiro lugar violenta dor de cabeça; os olhos ficavam vermelhos e inflamados; a língua e a faringe assumiam aspecto sanguinolento; a respiração tornava-se irregular e o hálito fétido. Seguiam-se espirros e rouquidão. Pouco depois a dor se localizava no peito, acompanhada de tosse violenta; quando atingia o estômago, provocava náuseas e vômitos com regurgitação de bile. Quase todos os doentes eram acometidos por crises de soluços e convulsões de intensidade variável de um caso a outro. A pele não se mostrava muito quente ao tato nem também lívida, mas avermelhada e cheia de erupções com o formato de pequenas empolas (pústulas) e feridas. O calor intenso era tão pronunciado que o contato da roupa se tornava intolerável. Os doentes ficavam despidos e somente desejavam atirar-se na água fria, o que muitos faziam...". "A maior parte morria ao cabo de 7 a 9 dias consumida pelo fogo interior. Nos que ultrapassavam aquele termo, o mal descia aos intestinos, provocando ulcerações acompanhadas de diarréia rebelde que os levava à morte por debilidade.
        [...] A enfermidade desconhecida castigava com tal violência que desconcertava a natureza humana. Os pássaros e os animais carnívoros não tocavam nos cadáveres apesar da infinidade deles que ficavam insepultos. Se algum os tocava caía morto.
        [...] Nenhum temperamento, robusto ou débil, resistiu à enfermidade. Todos adoeciam, qualquer que fosse o regime adotado. O mais grave era o desespero que se apossava da pessoa ao sentir-se atacado: imediatamente perdia a esperança e, em lugar de resistir, entregava-se inteiramente. Contaminavam-se mutuamente e morriam como rebanhos.5
        As conseqüências da peste foram desastrosas para Atenas. Uma das vítimas da epidemia foi Péricles, o grande estadista, sob cujo governo a civilização grega atingiu o seu apogeu.
        Muito se tem discutido sobre a verdadeira natureza desta epidemia de Atenas.6  A doença que mais se aproxima do quadro clínico descrito por Tucídides é o tifo exantemático; todavia, investigações recentes, utilizando técnicas avançadas de biologia molecular, sugerem tratar-se de febre tifóide. Papagrigoraks e col., em 2006, examinando a polpa dentária de esqueletos exumados de um antigo cemitério de Atenas da época da epidemia, detectaram, pela técnica de amplificação do DNA, a sequência genômica da  Salmonella enterica serovar typhi, tendo sido negativas as pesquisas para os agentes da peste, tifo, antraz, tuberculose, varíola bovina e bartonelose.7

       Peste de Siracusa
        Ocorreu no ano 396 a.C, quando o exército cartaginês sitiou Siracusa, na Itália. A doença surgiu entre os soldados, espalhando-se rapidamente entre eles e dizimou o exército. Manifestava-se inicialmente com sintomas respiratórios, febre, tumefação do pescoço, dores nas costas. A seguir sobrevinham disenteria e erupção pustulosa em toda a superfície do corpo e, por vezes, delírio. Os soldados morriam ao fim do quarto ao sexto dia, com sofrimentos atrozes. O Império Romano foi o grande beneficiário dessa epidemia, vencendo facilmente os invasores.8
        Peste Antonina

        Assim chamada por ter surgido no século II d.C, quando dirigia o Império Romano o Imperador Marco Aurélio, da linhagem dos antoninos. Causou grande devastação à cidade de Roma em 166 d..C., estendeu-se a toda a Itália e, após um declínio temporário, recrudesceu rm 189 d.C.9
       Foi contemporânea de Galeno, quem assim descreveu os sintomas apresentados pelos doentes: "Ardor inflamatório nos olhos; vermelhidão sui generis da cavidade bucal e da língua; aversão pelos alimentos; sede inextinguível; temperatura exterior normal, contrastando com a sensação de abrasamento interior; pele avermelhada e úmida; tosse violenta e rouquidão; sinais de flegmásia laringobrônquica; fetidez do hálito; erupção geral de pústulas, seguida de ulcerações; inflamação da mucosa intestinal; vômitos de matérias biliosas; diarréia da mesma natureza, esgotando as forças; gangrenas parciais e separação espontânea dos órgãos mortificados; perturbações variadas das faculdades intelectuais; delírio tranqüilo ou furioso e término funesto do sétimo ao nono dia".10 Vê-se que há certa semelhança do quadro clínico com o da peste de Atenas. Uma das vítimas da peste Antonina foi o próprio Imperador, Marco Aurélio.

        A peste do século III

        Oriunda do Egito, rapidamente se espalhou à Grécia, norte da África e Itália nos anos de 251 a 266. d.C., devastando o Império Romano. São Cipriano, bispo de Cartago, deixou a seguinte descrição da doença: "Iniciava-se por um fluxo de ventre que esgotava as forças. Os doentes queixavam-se de intolerável calor interno. Logo se declarava angina dolorosa; vômitos se acompanhavam de dores nas entranhas; os olhos injetados de sangue. Em muitos doentes, os pés ou outras partes atingidas pela gangrena, destacavam-se espontaneamente. Alquebrados, os infelizes eram tomados de um estado de fraqueza que lhes tornava a marcha vacilante. Uns perdiam a audição, e outros a visão. Em Roma e em certas cidades da Grécia, morriam até 5.000 pessoas por dia".11

        Peste justiniana
        A peste justiniana foi assim chamada por ter-se iniciado no Império bizantino, ao tempo do Imperador Justiniano, no ano de 542 d.C. Espalhou-se pelos países asiáticos e europeus, porém não teve a importância da grande epidemia do século XIV. Ao atingir Constantinopla, capital do Império (hoje Istambul), no ano de 542, chegou a causar cerca de 10.000 mortes por dia. O pouco que se sabe sobre esta peste se deve ao relato de Procopius, um arquivista do Império. Assim descreve os principais sintomas: "Subitamente os doentes apresentam febre ligeira; passado um dia ou mais surge um bubão em ambas as regiões, inguinal e axilar, ou em outra parate do corpo...a partir daí há diferenças individuais; alguns entram em coma, outros em delírio...Alguns morrem logo, outros depois de muitos dias; e os corpos de alguns mostram bolhas negras do tamanho de uma lentilha... e muitos morrem vomitando sangue..." 12  Este  relato de Procopius sugere tratar-se de epidemia causada pelo bacilo Yersinia pestis.

Turma 701 - História Correções e dúvidas TODAS AS TURMAS podem aprender com esta dúvida

LINHA DO TEMPO

Primeira grande dúvida que muitos tiveram. A linha do tempo. Chamo a atenção de todas as turmas pois é uma forma de eu pedir em exercícios e atividades sobre qualquer tema a elaboração de uma linha do tempo.

Correção das atividades:

Questão número 1: etruscos, latinos, samnitas, italiotas.
Questão número 2:
Questão 3: uma lenda brasileira.
Questão 4:
A estrutura social que se erigiu nessa civilização teve como base principal os patrícios e os plebeus. Além desses, havia ainda os clientes, os escravos e os proletários.
Os patrícios formavam a elite social e política romana. Os principais cargos políticos de destaque, durante muito tempo, só podiam ser ocupados por patrícios. Esse grupo da sociedade era herdeiro dos primeiros clãs de pastores que se estabeleceram no Lácio e fundaram a cidade romana. Esses clãs eram de povos latinos e organizavam-se sob o modelo de páter-famílias, chefe de família patriarcal, daí vem a denominação “patrício”. Sendo assim, os patrícios, por tradição, eram os grandes proprietários de terras da antiga Roma. Possuíam, portanto, o controle político e econômico.
Já os plebeus, ou a plebe, como também eram conhecidos, constituíam a camada da população que não tinha ascendência patrícia. A maioria dos plebeus era constituída de pequenos proprietários de terras, artesãos e comerciantes. Boa parte das crises sociais da Roma Antiga, bem como das tentativas de reforma, como a dos irmãos Graco, derivou da insatisfação dos plebeus.
Além desses dois grupos, havia ainda os clientes. Estes eram agregados dos patrícios e deles recebiam estadia e proteção. Em troca, ofereciam todo tipo de serviço, daí vem a expressão moderna da análise política “clientelismo”, que expressa a relação de subordinação de um grupo social a outro em troca de pequenos benefícios.
Na estrutura social romana, havia ainda os escravos e os proletários. Os primeiros eram considerados bens de posse daqueles que os compravam ou os capturavam, além de serem desprovidos de qualquer representatividade política ou direitos em meio à sociedade romana. Os escravos podiam ser tanto escravos por dívidas quanto povos capturados e conquistados nas campanhas militares romanas.
Já os proletários, isto é, os proletarii, recebiam essa denominação porque sua única expressividade social consistia em gerar prole (filhos) – daí a origem do termo proletário. Eles compunham a parte da sociedade que ficava sob o jugo do Estado e que, quase sempre, servia para engrossar as fileiras mais frágeis do exército romano.

Questão 6: Guerras púnicas foram guerras travadas entre Cartago – cidade localizada no norte da África e Roma, entre os anos 264 a.C e 146 a.C.. Cartago detinha o monopólio comercial marítimo, enquanto Roma almejava o expansionismo. Ambas lutaram pelo domínio da região do Mar MediterrâneoPúnico era o nome dado ao cartaginense pelos romanos, por isso, as guerras recebem esse nome. CAUSAS: O Mar Mediterrâneo era dominado pelos grandes navegadores fenícios, povo que tinha o comércio marítimo como principal atividade econômica. Após a conquista da Fenícia o seu povo fugiu e fundou Cartago que, então dominava o Mar Mediterrâneo e territórios próximos à Península Itálica. Roma, que dominava a Península Itálica, almejava agora o Mar Mediterrâneo e o controle do seu comércio.https://www.todamateria.com.br/guerras-punicas/
Questão 7: Após as vitórias contra Cartago nas Guerras Púnicas (264-146 a.C.), houve uma grande expansão romana na região do Mar Mediterrâneo e no continente europeu, fazendo com que Roma criasse o maior império que havia existido em toda a Antiguidade. Em cinco séculos, Roma havia estendido seus domínios na Europa, no norte da África e na Ásia.
Entretanto, a expansão romana gerou mudanças internas na organização da sociedade. Antes da intensificação da expansão territorial, boa parte do trabalho agrícola em Roma era realizada por homens livres, camponeses em sua maioria. Mas como o processo expansionista necessitava de um exército cada vez maior, os soldados eram recrutados entre os camponeses, deixando as terras com pouca mão de obra para trabalhá-la.
Por outro lado, as conquistas de novos territórios resultavam na escravização dos povos que habitavam esses locais. Os escravos eram usados principalmente em trabalhos agrícolas e nas minas, mas também em atividades nas cidades, como artesanato e comércio.
Essas conquistas resultavam ainda no aumento da quantidade de terras que pertenciam aos latifundiários, que precisavam de um número cada vez maior de escravos para nelas trabalhar, pois além do aumento de suas dimensões, o número de pessoas livres disponível para o trabalho diminuía, já que eram recrutadas para o exército.
Com esse processo, o escravismo romano tornou-se a base de sustentação da sociedade que havia se originado na Península Itálica. Os escravos eram usados principalmente nos trabalhos das minas e na agricultura, mas também havia escravos que conseguiam grande prestígio entre os patrícios (a classe dominante em Roma), trabalhando como médicos ou arquitetos, por exemplo.
Apesar de haver pessoas livres trabalhando nos campos dos territórios romanos, grande parte da população dirigia-se às cidades, principalmente depois da participação nas guerras. Durante as campanhas militares, os pequenos proprietários perdiam suas terras para os latifundiários, resultando no aumento do número de habitantes nas áreas urbanas. Nas cidades, as condições de vida eram péssimas para a imensa maioria das pessoas, já que viviam amontoadas nos bairros pobres, sem condições de higiene e de saúde, gerando epidemias e violência.
A vida dos escravos nas minas e nos campos também não era das melhores, longas jornadas de trabalho, castigos físicos e outras punições eram práticas constantes. Porém, em alguns momentos, os escravos rebelaram-se contra essa situação. Uma das rebeliões ocorreu na Sicília, uma ilha ao sul da Península Itálica. Entre 136 e 132 a.C., os escravos rebelaram-se, tomaram uma cidade e proclamaram como seu rei um escravo de nome Euno, mas foram derrotados por tropas do exército romano.
A mais famosa das revoltas escravas ocorreu sob a liderança do escravo gladiador Espártaco. Ocorrida na Península Itálica, a revolta de Espártaco reuniu cerca de 90 mil pessoas, entre 73 e 71 a.C.. Em muitos momentos, tropas romanas foram derrotadas pelos escravos que pretendiam sair da península. Porém, depois de uma traição, Espártaco e os outros escravos foram vencidos pelo exército romano, que executou e castigou a maioria dos participantes.
Apesar de nos chegar aos dias atuais uma impressão de exuberância e beleza da civilização romana, sua construção aconteceu pela escravização dos povos que foram conquistados. https://escolakids.uol.com.br/historia/expansao-romana-e-o-escravismo.htm

Para aqueles que até o momento não fizeram, poderão ler e resumir suas respostas, não esqueçam de escrevê-las nos cadernos, se desejarem poderão pesquisar sozinhos, mas não esqueçam de tirar foto de vocês estudando e dos cadernos.
Para os estudantes que já me enviaram por whatsapp apenas revisem, e façam uma leitura. já está ok.

quinta-feira, 9 de abril de 2020

Recados do dia 09 de abril para todas as turmas

Até esta data todos possuem atividades para realizarem. Qualquer dúvida entrem em contato comigo pelo whatsapp. A partir desta data, todas as atividades futuras, serão postadas no blog. 

Neste momento aguardo as fotos de vocês realizando as atividades, e claro, as atividades no caderno. Vocês precisam me enviar para garantirem as presenças e notas, e eu dependo delas para a comprovação do meu trabalho. Peço portanto, que cooperamos uns com os outros para que tudo dê certo. 

                                                                             Obrigada!

Atividade T. 601 História

Atividade 2

1. Após a leitura dos textos e olhar o vídeo sobre a invenção da bicicleta, como você poderia descrever sobre a importância da pesquisa histórica?
https://www.youtube.com/watch?v=28w43Fgynco&t=2s

T. 601 - História da Bicicleta - Texto

Atividade 1

Nasce uma ideia

Fonte: http://www.escoladebicicleta.com.br/historiadabicicleta.html

A história da humanidade é construída através de pesquisas. É importante ressaltar que qualquer pesquisa sempre leva assinatura de alguém, normalmente um pesquisador, o que por sua vez faz com que a história contada tenha sempre um viés, seja sempre uma versão dos fatos.
 A história da bicicleta não foge a regra. É interessante ler as diversas versões sobre o seu surgimento e desenvolvimento. Mudam personagens, fatos, acontecimentos, interesses culturais, religiosos e políticos, assim como muda a compreensão dos acontecimentos dependendo da profundidade de um texto.
 Um dos melhores exemplos destes caminhos e versões da história é a famosa bicicleta de Leonardo da Vinci, que hoje se sabe tratar-se de uma fraude cometida por um monge, o real autor do desenho.

História, invenções e evolução:

https://www.suapesquisa.com/cienciastecnologia/historia_bicicleta.htm

A mais antiga das bicicletas foi chamada em seu país de origem, a França, de “cavalinho-de-pau”. Este importante meio de transporte surgiu na cidade de Paris em 1818. Esta primeira versão não possuía pedais e provocava muito cansaço em que andava com ela.
No ano de 1840, o ferreiro escocês chamado Kirkpatrick Macmillan inventou um tipo de pedal, colocado junto à roda traseira por meio de um manete. Este sistema era semelhante ao daqueles carrinhos de pedais usados por crianças. Este dispositivo deu a bicicleta mais rapidez e estabilidade.
Em 1855, o ferreiro francês especialista em carruagens, Pierre Michaux, inventou o pedal. Este foi instalado num veículo de duas rodas traseiras e uma dianteira. Chamado de velocípede, é considerado a primeira bicicleta moderna.
A primeira bicicleta a possuir um sistema com corrente ligada às rodas foi projetada por H.J.Lawson, no ano de 1874. Seu terceiro modelo, a “Bicyclette”, foi desenhado em 1879. Esta bicicleta já possuía maior estabilidade e segurança.
Na década de 1880, o inventor inglês John Kemp Starley projetou uma bicicleta semelhante as atuais. Possuía guidão, rodas de borracha, quadro, pedais e correntes.

1. Faça uma leitura e após elabore um texto sobre o que é história a partir da explicação do texto? E qual a importância da história?
2. Responda sobre o que entendeu sobre a história possuir seus fatos, suas versões.
3. Ordene pela ordem de surgimento (pelo ano), os diferentes tipos de bicicletas.

Orientações para realizarem as atividades:
- Não vou exigir um resumo dos textos. 
- Caso tenham dúvidas entrem em contato comigo no whatsapp. 
- O livro deverá ser consultado pgs. 12 e 13.


quarta-feira, 8 de abril de 2020

Cronograma de Atividades - março/abril - Turma 901


Turma 901 - (2 aulas juntas)

23/03 – Foi enviado por Whatsapp material em PDF contendo textos e atividades de Segundo Império do Brasil.
30/03 – Pressão pelo fim do tráfico negreiro (pg. 10 à 13); Textos e exercícios;
06/04 – Prazo final de envio das atividades;
13/04 - Sugestão de um filme; e Análise deste com os tempos de covid-19; Apresentação do filme em vídeo; entrega de atividade a ser realizada pelos estudantes;
20/04 – O trem, o café, a abolição, a urbanização no Brasil; Textos, documentários; A pandemia e os contíguos problemas sociais no Brasil; Elaborar um texto sobre o impacto do covid-19 sob o contexto social hoje;
27/04 – Prazo final para envio das atividades;


Cronograma de Atividades - março/abril - Turma 801


TURMA 801

20/03 – Vídeos sobre Iluminismo; e Perguntas;
25/03 – Idem;
26/03 – Idem;
01/04 – Prazo de envio das atividades realizadas;
02/04 – Idem;
08/04 – Idem;
15/04 – Vídeo com explicação das questões propostas;
16/04 – Leitura das páginas 18 à 21 do Livro; E atividades que relacionam os avanços da ciência e seu legado para os dias de hoje; Serão postados textos e vídeos para ajudar;
22/04 – idem;
23/04 – Idem;
29/04 – Prazo final para envio dos trabalhos;