segunda-feira, 13 de abril de 2020

Turma 701 - História Correções e dúvidas TODAS AS TURMAS podem aprender com esta dúvida

LINHA DO TEMPO

Primeira grande dúvida que muitos tiveram. A linha do tempo. Chamo a atenção de todas as turmas pois é uma forma de eu pedir em exercícios e atividades sobre qualquer tema a elaboração de uma linha do tempo.

Correção das atividades:

Questão número 1: etruscos, latinos, samnitas, italiotas.
Questão número 2:
Questão 3: uma lenda brasileira.
Questão 4:
A estrutura social que se erigiu nessa civilização teve como base principal os patrícios e os plebeus. Além desses, havia ainda os clientes, os escravos e os proletários.
Os patrícios formavam a elite social e política romana. Os principais cargos políticos de destaque, durante muito tempo, só podiam ser ocupados por patrícios. Esse grupo da sociedade era herdeiro dos primeiros clãs de pastores que se estabeleceram no Lácio e fundaram a cidade romana. Esses clãs eram de povos latinos e organizavam-se sob o modelo de páter-famílias, chefe de família patriarcal, daí vem a denominação “patrício”. Sendo assim, os patrícios, por tradição, eram os grandes proprietários de terras da antiga Roma. Possuíam, portanto, o controle político e econômico.
Já os plebeus, ou a plebe, como também eram conhecidos, constituíam a camada da população que não tinha ascendência patrícia. A maioria dos plebeus era constituída de pequenos proprietários de terras, artesãos e comerciantes. Boa parte das crises sociais da Roma Antiga, bem como das tentativas de reforma, como a dos irmãos Graco, derivou da insatisfação dos plebeus.
Além desses dois grupos, havia ainda os clientes. Estes eram agregados dos patrícios e deles recebiam estadia e proteção. Em troca, ofereciam todo tipo de serviço, daí vem a expressão moderna da análise política “clientelismo”, que expressa a relação de subordinação de um grupo social a outro em troca de pequenos benefícios.
Na estrutura social romana, havia ainda os escravos e os proletários. Os primeiros eram considerados bens de posse daqueles que os compravam ou os capturavam, além de serem desprovidos de qualquer representatividade política ou direitos em meio à sociedade romana. Os escravos podiam ser tanto escravos por dívidas quanto povos capturados e conquistados nas campanhas militares romanas.
Já os proletários, isto é, os proletarii, recebiam essa denominação porque sua única expressividade social consistia em gerar prole (filhos) – daí a origem do termo proletário. Eles compunham a parte da sociedade que ficava sob o jugo do Estado e que, quase sempre, servia para engrossar as fileiras mais frágeis do exército romano.

Questão 6: Guerras púnicas foram guerras travadas entre Cartago – cidade localizada no norte da África e Roma, entre os anos 264 a.C e 146 a.C.. Cartago detinha o monopólio comercial marítimo, enquanto Roma almejava o expansionismo. Ambas lutaram pelo domínio da região do Mar MediterrâneoPúnico era o nome dado ao cartaginense pelos romanos, por isso, as guerras recebem esse nome. CAUSAS: O Mar Mediterrâneo era dominado pelos grandes navegadores fenícios, povo que tinha o comércio marítimo como principal atividade econômica. Após a conquista da Fenícia o seu povo fugiu e fundou Cartago que, então dominava o Mar Mediterrâneo e territórios próximos à Península Itálica. Roma, que dominava a Península Itálica, almejava agora o Mar Mediterrâneo e o controle do seu comércio.https://www.todamateria.com.br/guerras-punicas/
Questão 7: Após as vitórias contra Cartago nas Guerras Púnicas (264-146 a.C.), houve uma grande expansão romana na região do Mar Mediterrâneo e no continente europeu, fazendo com que Roma criasse o maior império que havia existido em toda a Antiguidade. Em cinco séculos, Roma havia estendido seus domínios na Europa, no norte da África e na Ásia.
Entretanto, a expansão romana gerou mudanças internas na organização da sociedade. Antes da intensificação da expansão territorial, boa parte do trabalho agrícola em Roma era realizada por homens livres, camponeses em sua maioria. Mas como o processo expansionista necessitava de um exército cada vez maior, os soldados eram recrutados entre os camponeses, deixando as terras com pouca mão de obra para trabalhá-la.
Por outro lado, as conquistas de novos territórios resultavam na escravização dos povos que habitavam esses locais. Os escravos eram usados principalmente em trabalhos agrícolas e nas minas, mas também em atividades nas cidades, como artesanato e comércio.
Essas conquistas resultavam ainda no aumento da quantidade de terras que pertenciam aos latifundiários, que precisavam de um número cada vez maior de escravos para nelas trabalhar, pois além do aumento de suas dimensões, o número de pessoas livres disponível para o trabalho diminuía, já que eram recrutadas para o exército.
Com esse processo, o escravismo romano tornou-se a base de sustentação da sociedade que havia se originado na Península Itálica. Os escravos eram usados principalmente nos trabalhos das minas e na agricultura, mas também havia escravos que conseguiam grande prestígio entre os patrícios (a classe dominante em Roma), trabalhando como médicos ou arquitetos, por exemplo.
Apesar de haver pessoas livres trabalhando nos campos dos territórios romanos, grande parte da população dirigia-se às cidades, principalmente depois da participação nas guerras. Durante as campanhas militares, os pequenos proprietários perdiam suas terras para os latifundiários, resultando no aumento do número de habitantes nas áreas urbanas. Nas cidades, as condições de vida eram péssimas para a imensa maioria das pessoas, já que viviam amontoadas nos bairros pobres, sem condições de higiene e de saúde, gerando epidemias e violência.
A vida dos escravos nas minas e nos campos também não era das melhores, longas jornadas de trabalho, castigos físicos e outras punições eram práticas constantes. Porém, em alguns momentos, os escravos rebelaram-se contra essa situação. Uma das rebeliões ocorreu na Sicília, uma ilha ao sul da Península Itálica. Entre 136 e 132 a.C., os escravos rebelaram-se, tomaram uma cidade e proclamaram como seu rei um escravo de nome Euno, mas foram derrotados por tropas do exército romano.
A mais famosa das revoltas escravas ocorreu sob a liderança do escravo gladiador Espártaco. Ocorrida na Península Itálica, a revolta de Espártaco reuniu cerca de 90 mil pessoas, entre 73 e 71 a.C.. Em muitos momentos, tropas romanas foram derrotadas pelos escravos que pretendiam sair da península. Porém, depois de uma traição, Espártaco e os outros escravos foram vencidos pelo exército romano, que executou e castigou a maioria dos participantes.
Apesar de nos chegar aos dias atuais uma impressão de exuberância e beleza da civilização romana, sua construção aconteceu pela escravização dos povos que foram conquistados. https://escolakids.uol.com.br/historia/expansao-romana-e-o-escravismo.htm

Para aqueles que até o momento não fizeram, poderão ler e resumir suas respostas, não esqueçam de escrevê-las nos cadernos, se desejarem poderão pesquisar sozinhos, mas não esqueçam de tirar foto de vocês estudando e dos cadernos.
Para os estudantes que já me enviaram por whatsapp apenas revisem, e façam uma leitura. já está ok.

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